Artista circense Débora Rodrigues protagoniza o espetáculo “Bichológico”

Artista circense Débora Rodrigues protagoniza o espetáculo “Bichológico”

Espetáculo baseado na obra da escritora Paula Taitelbaum estreia dia 30 de abril no Teatro Renascença

Camila Souza

Histórias são encenadas pela atriz e artista circense Débora Rodrigues

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O espetáculo “Bichológico”, criado a partir do livro homônimo da escritora gaúcha Paula Taitelbaum, estreia dia 30 de abril no Teatro Renascença (Av. Erico Verissimo, 307) e segue realizando apresentações nos dias 1, 7 e 8 de maio, sempre às 16h. Os ingressos serão vendidos no local.

Focada no público infantil, a atração é um divertido jogo com formas geométricas coloridas distribuídas pelo espaço cênico que compõem a cenografia da apresentação, criada pelo criador de arte Diego Steffani. O jogo de brincadeira, invenção e criatividade, consiste em transformar estas figuras em animais engraçados: o Gato Chinês, o Macaco Português, o Elefante Holandês, o Coelho Escocês e o Cão Polonês, que são os personagens de várias histórias. A direção é de Dilmar Messias. 

Estas histórias são encenadas pela atriz e artista circense Débora Rodrigues, coordenadora e integrante do Circo Teatro Girassol. A música incidental é composta por Cláudio Levitan e arranjada por Kiti Santos. “A trilha da peça é ingênua, alegre e pontua o espetáculo do início ao fim de forma minimalista, apostando no tema e na familiaridade da repetição”, comenta Débora.

Arte sustentável

Partindo das ilustrações do livro de Paula Tailtelbaum, Diego Steffani desenvolveu o conceito que orientou a criação da identidade visual da peça “Bichológico”. “Iniciamos com figuras geométricas que são amplamente utilizadas na educação infantil para trabalhar noções espaciais e percepções como coordenação visual-motora, a discriminação visual e a memória visual", explica o artista.

Segundo ele, os objetos geométricos coloridos agregados entre si na montagem dos bichos constroem novas formas. “Os materiais e recursos utilizados para construção de cenário, adereços, bonecos e figurino foram cuidadosamente escolhidos. Steffani conta que praticamente todos os elementos visuais da peça foram confeccionados com papel de embalagens e caixas de papelão. “Elementos que antes eram considerados resíduos e seriam destinados ao descarte viraram arte sustentável”, detalha.


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